ANDERSON HERNANDES – Palestrante e Escritor de Marketing

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Ser Mae

Leia o livro “A Vida de um Pai Adotivo” gratuitamente no link: Aqui


Ser mãe é a essência da mulher e a realização do seu principal desejo.

Ser mãe é abdicar suas próprias necessidades em prol das necessidades de quem não tem como satisfazê-las.

Ser mãe é ficar acordada mesmo quando só se pode pensar em dormir e dormir quando se está sem sono só para servir de companhia.

Ser mãe é dizer não a si mesma numa espécie de auto-renegação dos seus próprios desejos.

Ser mãe é sorrir mesmo quando não se têm motivos para sorrir numa resposta automática ao sorriso de seu filho.

Ser mãe é compreender mais uma criança do que se é capaz de compreender-se a si mesmo.

Ser mãe é desistir dos seus próprios sonhos e adiar tantos outros em prol de um objetivo maior.

Ser mãe é sentir dor mesmo sem ter nada e desejar a todo o custo sofrer no lugar daquela que está sofrendo.

Ser mãe é emocionar-se de alegria mesmo no momento em que sente a dor incomparável da concepção.

Ser mãe é amar mesmo sem ter gerado e compreender que filho acima de tudo está no coração.

Ser mãe é não medir esforços, é derrubar barreiras e vencer os maiores obstáculos pelo bem daquele que nem ainda não pediu nada.

Ser mãe é reconhecer pelo olhar, pelo choro, pelo gesto, pelo sorriso e saber que pode ser reconhecida até pelas batidas do seu coração.

Ser mãe é prazerar-se por amamentar, como que compreendendo que isso representa a última parte de dentro de si que ainda poderá oferecer.

Ser mãe é suportar a própria dor, ainda que seja incapaz de suportar ver a dor de quem veio de dentro de si mesma.

Sim, ser mãe é tudo isso e muito mais. Tanto mais que seria impossível de expressar tudo o que significa. Mas, ainda que ser mãe seja um privilégio, ele foi concedido somente a aquelas que um dia nasceram mulheres.

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auto-renegação, coração, filhos, mulher, ser mãe, sonho
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Por que somos tao carentes?


Se pensarmos um pouco, notaremos o quanto somos carentes.

Sentimos-nos, carentes quando cai a chuva e ficamos olhando pela janela e pensando… assim ficamos tristes e mesmo sem saber por quê.

Quando estamos carentes tudo parece contribuir para mais carência,é a música que toca e o choro que vem e bem lá dentro do coração o sentimento que dói.

Existe carência de todo a espécie,da carência de atenção a de afeto,que clame simplesmente por abraço,quando ninguém parece ouvir.

Tem a carência de carinho,que só passa quando se deita a cabeça e sente aquela mão gostosa passando para lá e para cá.

Tem a carência de amigo,daqueles que ouvem, entendem e sabe que se pode confiar.

Tem carência de paixão, daqueles ardentes que fazem o coração disparar, o corpo tremer e enorme para o ego.

Tem carência de elogios onde simplesmente se deseja ouvir uma frase de reconhecimento por tudo o que fez, disse ou até a decisão tomada.

Tem aquela carência que surge da rejeição e que nos diz que nunca mais seremos amados.

A carência pode ser passageira ou duradoura, vem mais de noite, mas pode surgir de dia, é mais freqüente quando não temos o que fazer, mas pode aparecer mesmo quando nem temos tempo para pesar nela e normalmente toma conta quando estamos sozinhos, ainda que alguns sejam carentes mesmo acompanhados.

Mas é possível combatê-la desde que estejamos dispostos conceder, mudar e nos empenhar.

Podemos trocar a pessoa companheira pelo cachorro, a presença pela foto, abrir mão do beijo da paixão pelo abraço do amigo, a conversa face a face pela no telefone e mesmo até estar disposto a substituir o amor perdido por um novo amor.

Ironicamente a pessoa carente afasta sua carência encontrado outro carente, como se os carentes se atraíssem.

Enfim, se procurarmos todas as respostas de por que somos carentes notaremos que não podemos encontrar, mas se pensarmos bem poderá achar o remédio para ela e com isso concluir que apesar de carentes, temos todos os motivos para ser feliz.

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amigo, carência carinho, carentes, coração disparar, feliz, rejeição
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Os muitos “eus” dentro de mim

Se olharmos bem para nós mesmos verá que existem muitos “eus’ dentro de nós. A cada dia conheço um “eu” diferente e me surpreendo com isso.

Conheci o “eu” amável, capaz de fazer de tudo pela pessoa amada como se ambos fossem um único “eu” existente dentro de mim.

Conheci o “eu” feliz, que não permite que nada possa estragar a alegria, mesmo quando se tem todos os motivos para estar triste.

Conheci o “eu” egoísta, que só pensa em si mesmo, sendo capaz de passar por cima de muitas coisas para satisfazer a si próprio.

Conheci o “eu” carente, que suplica companhia e afeto nos momentos mais difíceis.

Conheci o “eu” queixoso, que se queixa de tudo e de todos e não é capaz de valorizar aquilo que tem.

Conheci o “eu” pai, que se esquece de si mesmo apenas para cumprir o seu papel de fazer um filho feliz.

Conheci o “eu” louco, que age inconseqüente e como quem nunca deveria prestar contas sobre seus atos.

Conheci o “eu” amigo, capaz de apoiar e ajudar os outros nos momentos que estes mais precisam.

Conheci o “eu” humorado, fazendo com que as pessoas se alegrem e se sintam bem ao seu lado.

Conheci o “eu” mal humorado e percebi que às vezes nem eu agüento meu próprio “eu”.

Conheci o “eu” confuso, incapaz de tomar decisões sobre quais caminhos tomar, mesmo nas mais simples situações.

Bem, não sei ao certo quantos “eus” conheci e nem quantos outros conhecerei na minha vida.

Não sei por que temos tantos “eus” diferentes e porque se afloram em diferentes momentos da nossa vida.

Não sei se meus “eus” são adaptáveis às circunstâncias ou se são instáveis a elas.

Não sei por que às vezes, sinto até que eles conflitam entre si, numa espécie de luta entre o bem e o mal.

Não sei quais deles são sábios e quais são tolos.

Somente duas coisas eu realmente tenho certeza:

Os meus diferentes “eus” nos tornam imprevisíveis, pois nunca sabemos qual, quando e onde cada um deles se manifestará.

São tantos “eus” dentro de mim, que nem sei mais se sou eu que acabou de escrever tudo isso!

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carente, confuso, egoísta, eu, louco, mal humorado
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O Tempo

Já parou para pensar que a nossa sensibilidade ao tempo muda com o tempo? Isso significa que o que tem significado para nós hoje em virtude do tempo que é não terá igual significado logo em seguida em conformidade com o tempo que será.

Se eu lhe perguntar sobre o que fez hoje pela manhã, muito provavelmente saberá a que horas acordou, o que comeu, por quanto tempo tomou banho e tantas coisas mais. Mas saberia precisar as mesmas coisas depois de uma semana?

Assim que nasce um bebê, começa a trajetória pela vida onde primeiramente os pequenos minutos faz a diferença e em seguida as horas e por fim os dias. Assim dizemos, por exemplo, que um bebê tem 10 dias de vida. Passam-se os meses e esquecemos os dias, pois ninguém diz que um bebê tem 180 dias e sim seis meses. Mas logo os meses perdem o efeito e vem os anos. Alguém já te perguntou quantos meses você tem? Pois bem, o tempo é assim.

Mas nossa sensibilidade com o tempo e espaço continua a mudar e o que antes era contado com períodos curtos, passa a ser visto como períodos maiores. Por isso é que comemoramos, por exemplo, as bodas de prata e de ouro de um casamento.

Mas a vida também traz tristezas, pois temos o ente querido que perdemos, o casamento que se desfez, a oportunidade que se perdeu, mas ainda assim, o tempo tem se mostrado o melhor remédio, pois é como se diz: Nada como dar tempo ao tempo.

Por isso o tempo nos mostra grandes lições:

Tudo aquilo que contamos as horas ou os minutos até que acontecessem, um dia só lembraremos o ano.

As alegrias e as tristezas daquilo que acontece na nossa vida vão ficando menores com o passar do tempo.

Ainda que saibamos que o tempo não para, em algum aspecto da nossa vida se olharmos bem de perto vamos notar que paramos no tempo.

O tempo é cruel com nós mesmos, deixando marcas em nós mesmos que nem mesmo ele é capaz de apagar e ao mesmo tempo é nosso amigo apagando outras tantas que só ele poderia apagar.

Em fim o que é na realidade o tempo? Ainda não descobri, mas peço a você um pouco mais de tempo para pensar.

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alegrias, o tempo, tempo, tristeza
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O que somos de verdade

Estive pensado sobre o que somos de verdade, mas descobri que compreender o que somos não é uma tarefa fácil.

Às vezes somos aquilo que gostaríamos de ser ou gostaríamos de ser o que não somos.

Às vezes somos o que outros gostariam que fossemos ou não conseguimos ser o que gostariam.

Será que somos o que os outros acham que somos? Ou somos o que pensamos que somos?

Às vezes imaginamos como seria ser outra pessoa ou simplesmente nos imaginamos ser diferentes do que somos.

Outras vezes não podemos mostrar o que somos ou nem sabemos ao certo o que somos e podemos nos enganar sobre o que somos de verdade.

Dizem até que somos diferentes por dentro do que somos por fora, vai entender!

Buscar ser aquilo que não somos é ingrediente para o sucesso, mas buscar aquilo que não podemos ser é ingrediente para o fracasso.

Alcançar aquilo que desejamos ser é ingrediente para a auto-realização, porém ser somente aquilo que os outros querem que sejamos é não ter identidade própria.

Fingir ser o que não somos é viver uma mentira, mas ser sempre verdadeiros é um risco.

Pois bem, o que somos de verdade? Não sei, mas espero descobrir um dia!

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auto-realização, somos de verdade, somos por fora
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O que papai me ensinou

Papai me ensinou a andar de bicicleta e me ajudou a levantar quando caí.

Papai me ensinou a jogar bola e torcer por um time.

Papai ensinou a soltar pipa e fazer rabiola.

Papai me ensinou a xingar o juiz quando me levou ao estádio de futebol.

Papai me ensinou a dirigir e mostrou como se lava meu carro.

Papai me ensinou a trabalhar e usar bem o dinheiro.

Papai me ensinou lutar e nunca destruir.

Papai me ensinou a amar e por isso amo meus filhos.

Papai me ensinou o que é ser exemplo mesmo que eu não sabia que era tão importante.

Papai me ensinou a ser responsável e nos torna tão valorizado.

Papai me ensinou a respeitar e por isso exijo respeito.

Papai me ensinou o que é a dor quando simplesmente se foi sem se despedir.

Papai me ensinou que é saudade,daquela que nunca se acaba.

Papai me ensinou o que é revolta, revolta por que meus filhos não conheceram o vovô.

Por fim papai me ensinou a essência do que sou e só sinto que não pude dizer isso a ele.

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filhos, papai, papai me ensinou
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O que siginifica ser feliz

Incrível como todos nós almejamos a felicidade, mas o que é na verdade ser feliz?

Ser feliz é acordar todos os dias e saber que se está vivo e que se tem um longo dia pela frente.

Ser feliz é poder chegar à nossa casa e ter uma família para passar as poucas horas do dia que lhe sobraram.

Ser feliz é ter poucos amigos, ainda que se tenham muitos colegas.

Ser feliz é não ter muito e nem pouco demais, sim é ter o suficiente simplesmente para ser feliz.

Ser feliz é ter coragem de chorar e compreender que na vida não se chora somente por tristeza.

Ser feliz é entender que nem sempre tudo vai dar certo na nossa vida, mas que não é por isso que tudo só vai dar errado.

Ser feliz é compreender que estar triste não é a mesma coisa que ser infeliz e que estar alegre não significa que se é feliz.

Ser feliz é saber que ninguém é completo suficiente para ser feliz sozinho à vida toda.

Ser feliz é fazer os outros felizes e sentir quão bom é fazer o bem aos outros.

Ser feliz é valorizar o que se tem e não desistir de buscar o que não se tem.

Ser feliz é não trocar a felicidade por momentos de alegria e enxergar o futuro ao invés de somente o presente.

Ser feliz é valorizar a si mesmo e saber que exigir muito de si mesmo só nos torna infelizes.

Ser feliz é ver que ainda que não estejamos bem, sempre existirão inúmeras pessoas em situação pior que a nossa.

Ser feliz é, portanto, amar e ser amado, abraçar e ser abraçado, dar e receber afeto e acima de tudo, compreender que ainda que eu alistasse aqui outras mil diferentes definições, ainda assim não expressaria tudo o que é ser feliz.

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estar vivo, poucos amigos, ser feliz, valorizar a si mesmo
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O que realmente importa?

Todos nós vivemos em um mundo bem diferente do que vivíamos há décadas atrás. Hoje há muito mais distrações, compromissos, tecnologia, enfim muito mais o que fazer. Mas será que sabemos o que realmente é mais importante?

As pessoas dizem que valorizam a vida, mas a arriscam desnecessariamente no trânsito e nos esportes.

As pessoas dizem que seus filhos é a coisa importante, mas porque então, quase sempre os deixam em segundo plano, por trabalharem demais ou simplesmente não terem tempo para eles?

As pessoas dizem que o dinheiro não é mais importante, mas só pensam nele.

As pessoas dizem que cuidam da própria saúde. Mas por que a jogam fora com vícios e má alimentação?

As pessoas dizem que o importante é ser feliz, mas, cada dia parecem que são mais infelizes.

As pessoas dizem que valorizam o que é mais importante, mas fazem o que é mais urgente.

Diante disso o que é mais importante?

Importante é tudo aquilo que esta acima de tudo subjugando os demais.

Importante é algo que pode até ser protelado, mas nunca esquecido.

Importante é algo pessoal e não se torna importante só porque é importante para outros.

Importante é o que pode ser totalizado em meio a tantas outras coisas.

Importante é algo que merece o esforço extra, dedicação exclusiva, foco e valor.

Por fim, depois de olharmos o todo, de pensarmos em tudo e analisarmos todas as alternativas, o importante será aquilo que naturalmente importa para nós.

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A Vida Fora da Zona de Conforto

Quantas vezes você já ouviu a expressão “estar na zona de conforto”? Pois bem, essa expressão está relacionada às pessoas que se refugiam e conforma-se a uma rotina imutável e estável, quer seja no âmbito pessoal, profissional ou familiar.

Mas por que podemos dizer que a zona de conforto é tão perigosa? É porque o conforto gera a falsa impressão de que tudo está bem, quando nada na vida pode estar 100% bem. Só depois que o emprego se vai, que o relacionamento se rompe, que a doença avança é que acordamos e vemos que simplesmente paramos no tempo. Mas, na maioria das vezes é tarde de mais.

A busca pela estabilidade quer profissional, pessoal ou familiar é natural dos seres humanos, pois, se nada na vida for estável ficaremos exaustos com tantas mudanças. Por outro lado, acomodar-se numa falsa estabilidade é altamente perigoso. Portanto, temos de rever de tempos em tempos nossa vida profissional para mantermos nossa empregabilidade, nossa vida pessoal para cuidarmos da nossa saúde física, mental e espiritual e nossa vida familiar para manter a chama ativa do casamento.

A zona de conforto nos torna menos profissionais do que podemos ser, menos amados do que podemos conquistar, mais gordo do que gostaríamos estar e alcançar muito menos na vida que na verdade podemos alcançar.

As pessoas na zona de conforto criam um limite imaginário em volta de si mesmas e com isso se tornam incapazes de evoluírem a si próprias e o ambiente que estão, perdendo oportunidades de crescimento.

Por outro lado, as pessoas que fogem da zona de conforto estão revisando constantemente o “statu quo” e buscam o constante aprimoramento pessoal, alcançando degraus antes inimagináveis.

Existem aqueles que vivem na zona de conforto somente em uma faceta da vida, e que apesar de altamente evolutivos na área profissional, estão estagnados no aspecto familiar. Nestes casos, podemos dizer que as facetas da vida não se equilibram, estando desalinhada com um objetivo central. Para estes segue o principio básico do equilíbrio pessoal: Não existe sucesso profissional que compense o insucesso pessoal e familiar.

Diante de tudo isso, só nos resta nos policiar, motivar e entender que de fato a vida real é aquela fora da zona de conforto.

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equilíbrio pessoal, faceta da vida, profissional, sucesso profissional, zona de conforto
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O que o casamento desfeito pode fazer compreender

Quantas vezes você suportou falhas e defeitos como que fazendo de conta que seu par era perfeito.

Quantas vezes você deixou a si mesmo de lado, seus sonhos, anseios e desejos para fazê-lo feliz.

Quantas vezes você ignorou a mentira, se deixando enganar-se e aceitando como verdade o que estava claro que era inverdade.

Quantas vezes você concedeu, mesmo que não devia conceder evitando assim conflitos desnecessários.

Quantas vezes você ficou quieto quando tinha razão para falar, pensando em não magoar.

Mas apesar de tudo isso, tudo chegou ao fim. E é neste momento que vem aquela sensação de vazio junto com a pergunta que ecoa de dentro do seu coração: E o que vou fazer agora?

Apesar de não saber o que fazer, você passa a compreender muitas coisas:

Compreende o perigo de permanecer dentro da zona de conforto, onde o dia a dia pode abalar o que parecia inabalável.

Compreende o que é acordar todos os dias sozinho e ter como companheiro um enorme sentimento de inutilidade e rejeição.

Compreende que esse mesmo dia a dia, pode ser a solução para a dor, dor que os outros não sabem como é sentir, mas que tentam de alguma maneira ajuda-lo a superar.

Compreende que é tênue a linha entre amor e ódio e entre paixão e a revolta.

Compreende que na vida temos muitas fases, umas boas e outras ruins, que iniciam e terminam rápidas e lentas, e que o casamento é feito de muitas delas, que podem ou não ser superadas.

Compreende que o tempo dói, mas somente ele pode ser força motivadora para reerguer.

Compreende que se pode ressurgir das cinzas, que se pode amar mais e que não deve amar ninguém mais do que si mesmo.

Compreende que se encontra muito mais motivação para aquilo que não se tinha antes, como a dieta que nunca continuou ou a academia que tantas vezes parou e entende que você é capaz de chegar muito mais longe do que imaginava chegar.

Compreende que tem de se apegar a algo, não importa se são os filhos, a carreira, ou os cuidados com sigo mesmo, mas o importante é encontrar um motivo para simplesmente continuar.

Compreende que na verdade não foi você não foi injustiçado e sim você que foi injusto consigo mesmo em achar que não era capaz de superar.

Compreende que existe um mundo muito maior do que imaginava, onde se têm muitos outros motivos para ser feliz.

Compreende que se pode voltar a amar e ser amado e desejar e ser desejado, e o que é melhor, muito mais do antes.

Por fim compreendemos a maior de todas as lições: Que ao contrário do que você imaginava ainda tem todos os motivos para ser feliz!

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anseios, casamento, casamento desfeito, companheiro, ignorou a mentira, par perfeito, sonhos
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