Como lidar com as consultas de não clientes

Esse vídeo é baseado em uma dúvida recebida no meu grupo do Facebook:

“Como os demais colegas deste grupo, possuo um escritório contábil, que atua no mercado há 20 anos. Além disso, busco qualificação contínua para estar sintonizado as exigências do mercado.
É comum eu atender pessoas (não-clientes) com as mais variadas dúvidas, quase todas novatas no mundo dos negócios. Buscando torná-las clientes, presto todas as informações e as deixo a vontade para tomarem a decisão de abrir o novo negócio (evidentemente, comigo).
Nesse sentido, já cogitei cobrar por tal consulta, afinal aplico ali não só o meu tempo, mas os meus conhecimentos. A quem ficar com o meu trabalho, posso descontar tal valor no serviço contratado.
Com base no conhecimento seu e dos colegas deste grupo, seu entendimento quanto ao fato de cobrar pelo conhecimento agrega valor ao meu trabalho, ou afasta os possíveis clientes na fase mais importante, que é a abertura dos seus negócios?
Desde já, muito obrigado por sua atenção.”

Gravei um vídeo para falar sobre isso. Assista:

Todo esse processo faz parte de técnicas que ensino no meu curso Negociação para Contadores. Saiba pode aprender isso no meu curso aqui: http://www.andersonhernandes.com.br/negociacao-para-contadores/

Mande sua dúvida para mim!

Anderson Hernandes

1 Comentário


  1. La commistione di found footage più film normale solitamente m’incolla alla poltrona. Vedi Sinister. In più ci butti l’MKUltra, svalvolo. Dunque tutto bellissimo finché non ho letto “entità ultraterrene”. Ecco magari ci sta anche, ma proprio narrativamente parlando non capisco perché girare la frittata e puntare su un ribaltamento finale che cambia genere al film. Nulla in contrario a film che da commedie finiscono horror, però qui sembra quasi che ti manchi qualcosa all’ultimo metro e ti tuffi in avanti a caso perché è la prima cosa che ti viene in mente per finire la gara. Lo recupero comunque via.

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