Dicas Profissionais

O Erro que se transforma em Sucesso


Maradona, Pelé e Ronaldo, o que esses jogadores tinham em comum? Dentre outras coisas, eles protagonizaram jogadas extraordinárias em campo. Pelé, eternizado como o “Rei do Futebol”, na copa de 1970 registrou uma memorável imagem na história quando deu um drible da vaca sem tocar na bola (http://www.youtube.com/watch?v=nNc-YiUzi2g), mesmo não tendo sido convertido em gol. Lances como esse e muitos outros, protagonizados por tais jogadores são revistos exaustivamente anos depois e representa “exceção a regra” no futebol pouco criativo da maioria.


A história não registra as inúmeras jogadas que esses profissionais tentaram e que não foram bem sucedidas, mas destaca as que deram resultados muito acima da média. Isso me fez pensar na relação do erro com o sucesso, na qual só são bem sucedidos aqueles que arriscam seguidas vezes e consequentemente erram proporcionalmente. Obviamente que todos esses jogadores tinham um talento extraordinário, mas o talento por si só não seria suficiente se não houvesse a iniciativa de arriscar jogadas diferenciadas.


No ambiente profissional não é diferente. Profissionais que alcançaram um nível diferenciado reúnem características que incluem a insistência em tentativas, muitas sem sucesso, que por fim culminam em resultados extraordinários. São esses resultados que ficam registrados na história profissional. Com plena certeza, sem arriscar em diferentes situações, dificilmente você terá no seu currículo essas “jogadas extraordinárias”.


Por isso, o fato é que o sucesso vem depois do erro, porque é a soma de erros que gera acertos e a soma de acertos que se transforma em sucesso.

Pense nisso!

Anderson Hernandes




O limite de cada pessoa

Até onde uma pessoa pode chegar, o que ela é capaz de suportar e o que ela pode superar são determinados pelo limite de cada um. O limite é pessoal, por isso não permite igualdade entre as pessoas, enquanto muitos são capazes de aguentar grande pressão, desafios e privações para outros essa capacidade é muito menor.

Alguns parecem nunca perder a calma, enquanto que outros parecem nunca manter a calma. Mesmo para aqueles que aparentemente têm pleno controle de suas emoções, sempre haverá algo capaz de fazê-los perder o controle.

Quase sempre você desconhece o seu verdadeiro limite, afinal perceberá que em muitas ocasiões da vida você foi além do que imaginava ser seu limite e em outras desistiu muito antes do que pensava que conseguiria chegar.

Fala-se muito sobre ultrapassar limites, mas se chegou onde pensava que não poderia, esse era apenas um limite inexistente e não o verdadeiro. Muitos vivem desafiando seus limites, enquanto outros vivem presos num limite imaginário que os impede de chegar muito mais longe.

A realidade é que limite é algo muito subjetivo, onde não o conhecemos plenamente, e cada dia pode-se concluir que ainda estamos muito longe do que pensávamos ser capazes de alcançar. O segredo está em descobrir um novo limite a cada dia e reconhecer que o nosso limite de ontem não pode determinar o limite do nosso futuro.


Minha história profissional…

Com doze anos queria ter meu dinheiro e comecei a fazer porta-objetos de palitos de sorvete e para completar minha pequena renda guardava carros na feira.
Com treze trabalhei de funileiro onde aprendi a lixar, soldar e a pintar carros.
Com quatorze anos, no meu único emprego registrado fui office-boy numa malharia e para complementar minha renda vendia malhas de algodão.
Dezoito meses depois fui dispensado e comecei a revender sacos de lixo na rua.
O saco de lixo deixou de ser rentável, fiz cursos de perfumaria e passei a fabricar e vender de porta em porta perfumes e cosméticos.
Quem comprava perfume poderia comprar outros produtos, assim fiz outro curso, aprendi a confeccionar gravatas, emprestei a máquina da minha mãe e vendi tantas que após vinte anos conheço pessoas que ainda usam gravatas que costurei.
Fui convidado a vender lingerie e pensei, por que não? Aprendi sobre modelagem, bojos, perdi a vergonha e confesso que foi muito divertido.
A confecção entrou em crise, passou a fabricar cintas modeladoras pós-cirurgia plástica e não só vendi como me tornei modelo do catalogo masculino.
Depois de um tempo comprei uma avícola junto com meu pai e passei a criar, matar, despenar, limpar e vender frangos e galinhas e até hoje corto frango a passarinho com destreza.
Formei-me em contabilidade, vendi a avícola, estagiei seis meses no escritório de um amigo e montei um pequeno escritório onde oferecia meus serviços de comércio em comércio.
Decidi construir minha casa, e sem dinheiro trabalhei de servente de pedreiro com meu pai e do alicerce ao acabamento dez meses depois minha casa ficou pronta.
A contabilidade cresceu e se tornou a empresa de hoje. Continuei estudando, escrevi o primeiro livro, fiz a primeira palestra e hoje após seis livros e centenas de palestras, garanto que o segredo não está nas funções que escolhi exercer, mas em exercer tudo que escolhi com dedicação e alegria, esperando continuar igualmente assim em todas aquelas que um dia também poderei exercer.

Anderson Hernandes


Dicas para recolocação profissional

Entrevista com minha participação para o Jornal do Commercio PE

Vai disputar a vaga? Prepare-se

Especialistas dão dicas para aqueles que estão em busca de um emprego. A primeira delas: qualificação nunca é demais

 

Cecília Ramos

Encontrar um bom emprego e recolocar-se no mercado de trabalho são tarefas que exigem do profissional determinação, qualificação e uma boa dose de marketing pessoal. Afinal, a concorrência é alta. A ajuda de uma empresa de consultoria e recrutamento às vezes é decisiva. O JC ouviu algumas empresas do setor e profissionais que deram dicas de como um candidato deve proceder se pretende passar por um processo seletivo.

Diretor da RM Eólica, em Suape, Paulo Coimbra relata que está com dificuldades para recrutar um gerente de qualidade. “Quando é experiente, não tem o inglês fluente. É o caso de profissionais mais maduros que não se aprimoraram. Já os jovens tem o inglês mas muitas vezes falta a experiência e a qualificação específica”.

Dica do executivo: se vai fazer um MBA, mestrado, doutorado, observe as necessidades do mercado e da sua área de atuação. “Não adianta fazer especializações que não servirão para o setor que você pretende focar”, garante Coimbra.

Ao 51 anos, Paulo Coimbra passou pela Alcoa, Asa, Impsa e chegou à RM por meio de um processo de seleção que durou dois meses, pela Pádua Consultoria, em Boa Viagem. “Foi o processo mais longo que já passei. Foram várias entrevistas com quatro diretores do grupo”. Nesse processo, Coimbra conta que a qualificação profissional, a experiência em gerir pessoas e a credibilidade no mercado foram decisivas para a escolha de seu nome para a vaga. O diretor já morou, por conta do trabalho, nos Estados Unidos e na Espanha. Esse tipo de experiência também conta pontos no currículo. A RM Eólica faz parte da Gestanp, a divisão de energia renovável do grupo europeu Gonvarri.

“Os líderes de hoje precisam construir pontes, para que áreas afins se comuniquem. Mas sem ser centralizador. O grande desafio de hoje, para executivos, é ser um gestor de pessoas”, avalia Coimbra.

Há 12 anos atuando como headhunter, um caçador de talentos, Hermenegildo Pádua, da Pádua Consultores, aponta como umas das principais falhas dos profissionais, sobretudo os mais velhos e experientes, a falta de preparo para gerir pessoas. “Esse é um dos aspectos que têm maior peso para as empresas hoje. Elas querem profissionais que saibam delegar, trabalhar em equipe e administrar pessoas”.

Pádua também elenca como falha a questão do profissional não se atualizar e não se adequar à realidade do mercado. Para alcançar um cargo executivo ou mesmo de gerência, é básico falar inglês fluentemente e ter pós-graduações. “E o mínimo que se exige hoje. Tem empresas que já pedem dois idiomas. A competitividade está forçando a especialização e um esforço maior dos profissionais”, avalia Pádua. Ele constata que, nos últimos dois anos, a demanda por executivos triplicou, em função do “boom” econômico porque passa Pernambuco, com a chegada de multinacionais de vários segmentos. E mesmo as empresas já existentes no mercado local, acrescenta Pádua, estão se reestruturando para novos negócios.

A empresária e consultora Lúcia barros, da Lucre Recursos Humanos, especializada em recrutamentos, observa que muitos profissionais pecam na hora da entrevista. Ela conta que em um caso de recolocação de um profissional no mercado de trabalho, o candidato tinha um bom currículo e experiência. Mas já na etapa final da seleção, saiu-se mal na oratória. “A empresa alegou que ele não soube se colocar, foi prolixo e escorregadio”, conta Lúcia. Por isso, o candidato deve preparar-se para a entrevista, estudar a empresa que está ofertando a vaga. E atenção para as “pegadinhas”. Muitas vezes, o entrevistador faz perguntas visando avaliar o seu comportamento. Não relute, por exemplo, em falar sobre assuntos como erros cometidos, agindo como se isso nunca tivesse acontecido. Fale a verdade ao entrevistador, citando exemplos que demonstrem suas habilidades ao lidar com adversidades.

O escritor paulista Anderson Hernandes dá palestras pelo Brasil sobre marketing pessoal e sabe o que as empresas buscam no profissional de hoje. “O marketing pessoal pode ser decisivo em um processo de seleção. Como o candidato vai se vender e a imagem que ele passou para o entrevistador é crucial. Isso inclui a vestimenta também. E não basta você ter um bom currículo e sabre fazer. É preciso mostrar que sabe”, disse Hernandes (veja as dicas na arte nesta página).

Outra observação dos especialistas é que a recolocação no mercado de trabalho torna-se mais fácil para aqueles profissionais que investem no seu desenvolvimento. “Nas minhas andanças pelo País, dando palestras, constato que faltam candidatos qualificados. Hoje, por exemplo, muitas empresas exigem profissionais que saibam falar em público. Isso é raro”.

O presidente da Curriculum.com.br, Marcelo Abrileri, comandante da maior base de armazenamento e administração de currículos da internet no Brasil, orienta o profissional a ativar seu networking.

“É o principal fator para a recolocação de um profissional. Retome contatos e solicite orientações aos seus contatos. Aprenda a fazer uma rápida e eficaz apresentação sobre quem é você e o que você faz de melhor. As pessoas precisam se sentir seguras para indicá-lo”, orienta.


Onde começa a mudança!!!

Você ouve uma palestra, recebe conselhos de um amigo ou simplesmente lê um livro que o motiva a fazer grandes mudanças, se sente motivado e decidi mudar. Passado poucos dias NADA MUDA e tudo continua como antes.
A MUDANÇA ocorre de dentro para fora e é VOCÊ que precisa quebrar seus próprios hábitos, paradigmas e MUDAR seus conceitos com estratégia de LONGO PRAZO para que a mudança DEFINITIVAMENTE aconteça na sua vida. Pense nisso!!!

Avaliação do CFC sobre Exame de Suficiencia

Dias atrás publiquei um artigo que tratava sobre o perfil do profissional contábil adequado as necessidades de mercado e o resultado fraco da primeira edição do exame de suficiencia. 

O comentário a seguir, feito pelo presidente do CFC, ratifica meu artigo. Consulte o artigo [AQUI]

Os bacharéis em Ciências Contábeis e os Técnicos em Contabilidade que ainda não possuem registro profissional em CRC (Conselho Regional de Contabilidade) já podem se inscrever para a segunda edição do Exame de Suficiência de 2011. As provas acontecerão em todo o Brasil no dia 25 de setembro de 2011. Em entrevista ao CRC SP Online, o presidente do CFC (Conselho Federal de Contabilidade) Juarez Domingues Carneiro espera que o desempenho dos futuros profissionais seja melhor em relação ao que foi apresentado no primeiro Exame, que ocorreu em 27 de março de 2011, quando menos da metade dos candidatos, em todo o País, conseguiram aprovação.

Qual a sua avaliação sobre o primeiro Exame de Suficiência?
Infelizmente, a avaliação refletiu uma realidade dura e cruel, mas que deve ser encarada de frente. Na maioria dos casos, as instituições de ensino superior não estão formando pessoas com o mínimo de conhecimento necessário para exercer a profissão contábil. Esse cenário deve servir de alerta, uma vez que o Brasil possui mais de 1.200 instituições de ensino superior voltadas para a Contabilidade. Isso mostra que houve uma proliferação muito grande desses cursos. O Exame de Suficiência surgiu para mostrar que devemos nos preocupar muito em avaliar o modelo de ensino no País, revendo, primeiramente, as disciplinas e preparando melhor o corpo docente. 

Como o senhor analisa o processo de desenvolvimento da Contabilidade?
As mudanças na área começaram a ocorrer muito rapidamente e foram aceleradas devido ao processo de convergência das normas aos padrões internacionais. Hoje, há uma preocupação muito grande por parte das empresas e organizações, independentemente do porte, com a área contábil. Todos sabem que se as informações da Contabilidade não forem trabalhadas de uma maneira séria, correta e transparente, haverá problemas futuros. 

Como o Exame vem sendo recebido pelos profissionais da área?
Hoje, já existe uma preocupação crescente por parte das instituições quanto à qualidade de ensino, uma vez que a ausência das avaliações deixava tudo muito “livre”. Temos faculdades e cursos técnicos com excelente qualidade, mas algumas não estão no mesmo patamar. Acredito que o Exame de Suficiência é importante para que essas instituições saibam quando é necessário investir em treinamento, atualização e um quadro de professores mais qualificados, por exemplo. 

O Exame de Suficiência trouxe valorização para a categoria?
Na primeira etapa do Exame de Suficiência, de 2000 a 2005, houve grande aceitação por parte dos Contabilistas. De um modo geral, a avaliação é bem vista pela classe. Temos observado maior preocupação por parte dos estudantes e eles mesmos veem a prova como uma forma de valorizar mais ainda a Contabilidade. E quanto mais valorizada estiver a profissão, consequentemente mais demanda de trabalho haverá para os profissionais. 

A sociedade brasileira está vendo o Contabilista de uma maneira diferente?
Sem dúvida. Hoje, há bem mais credibilidade nos Contabilistas, não somente da parte da sociedade, mas também das instituições de ensino, das empresas da iniciativa privada, do poder público. Devido ao fato do mundo estar enxergando a profissão de uma maneira diferente, é necessário que todos os profissionais da Contabilidade analisem com cuidado esse novo cenário, procurando se adequar da melhor maneira e o mais rápido possível. Aqueles que não tiverem esse conceito, que não analisarem a profissão com a grandeza que ela tem, estarão fora do mercado de trabalho, já que a classe começa a contar com profissionais bem preparados e qualificados.


Novo exame de suficiência de contabilidade

Acompanhe artigos para o profissional contábil aqui

No dia 25 de setembro de 2011 serão realizadas as provas da 2ª edição de 2011 do Exame de Suficiência. De acordo com o Edital Exame de Suficiência n.º 01/2011 , publicado pelo Conselho Federal de Contabilidade nesta quarta-feira, dia 22/6, no Diário Oficial da União (DOU), as inscrições para as provas, destinadas aos bacharéis em Ciências Contábeis e aos técnicos em contabilidade, estarão abertas no período de 1º a 31 de agosto.

 

Segundo estabelecido no Edital, as provas da segunda edição de 2011 serão executadas, em todo o território nacional, na mesma data e horário, pela Fundação Brasileira de Contabilidade (FBC).

 

Durante o mês de agosto, o formulário de inscrição estará disponível nos sites da FBC (www.fbc.org.br), dos CRCs e do CFC. A taxa de inscrição será de R$ 100,00.

 

As provas para bacharéis e técnicos serão compostas, cada uma, de 50 questões objetivas, abrangendo as seguintes áreas:

 

Para técnicos em contabilidade: Contabilidade Geral; Contabilidade de Custos; Noções de Direito; Matemática Financeira; Legislação e Ética Profissional; Princípios de Contabilidade e Normas Brasileiras de Contabilidade; e Língua Portuguesa Aplicada.

 

Para bacharéis em Ciências Contábeis: Contabilidade Geral; Contabilidade de Custos; Contabilidade Aplicada ao Setor Público; Contabilidade Gerencial; Noções de Direito; Matemática Financeira e Estatística; Teoria da Contabilidade; Legislação e Ética Profissional; Princípios de Contabilidade e Normas Brasileiras de Contabilidade; Auditoria Contábil; Perícia Contábil; Controladoria; e Língua Portuguesa Aplicada.

 

Da mesma forma que na primeira edição de 2011 do Exame, realizada no dia 27 de março, somente poderão se inscrever nesta segunda edição os candidatos que tenham efetivamente concluído – ou que venham a concluir até a data do Exame – o curso de Bacharelado em Ciências Contábeis ou de Técnico em Contabilidade.

 

Normatização

O Exame de Suficiência foi instituído pela Lei n.º 12.249/2010, que alterou o artigo 12 do Decreto-Lei n.º 9.295/46. De acordo com a nova redação, esse artigo estabelece que os profissionais contábeis somente poderão exercer a profissão mediante os seguintes requisitos: conclusão do curso de Bacharelado em Ciências Contábeis ou de Técnico em Contabilidade, aprovação em Exame de Suficiência e registro no Conselho Regional de Contabilidade (CRC).

 

A regulamentação do Exame de Suficiência como requisito para obtenção ou restabelecimento de Registro Profissional em CRC consta da Resolução CFC n.º 1.301/10, publicada no dia 28 de setembro. O conteúdo da norma abrange desde a conceituação, periodicidade, aplicabilidade, aprovação e conteúdo programático das provas até aspectos da realização e aplicação do Exame, além de tratar dos recursos, dos prazos e de questões gerais.

Fonte CFC


Tomada de Decisões Rápidas

Tomada de Decisão

Um gestor empresarial toma dezenas de decisões semanalmente, que em maior ou em menor grau, impactarão diretamente no sucesso ou fracasso da sua empresa. Cada um estabelece seu próprio modelo de tomada decisão.

Eu utilizo o modelo acima, de modo ser ágil, objetivo na tomada de decisões inúmeras decisões do dia a dia. Ele é baseado num tripé que une a experiência de centenas de situações vivenciadas, informação recebida especialmente por parte da minha equipe de profissionais e o raciocínio lógico de que as coisas seguem, na maior parte do tempo, uma lógica natural que deve ser respeitada. Tudo que foge da lógica, me gera desconfiança.

Não defendo que exista um modelo único de gestão, mas um estilo próprio que cada gestor deve estabelecer. Mas, defendo que o sucesso nas decisões está diretamente aliado a capacidade do gestor de tomada de decisões.


Cinco dicas para construir uma marca pessoal

Recebo muitas perguntas sobre construir uma marca pessoal, por isso, vou dar-lhe cinco dicas breves para construir uma marca pessoal:

 

Não seja apenas mediano, seja diferente

Profissionais que se destacam dos demais, conseguem isso porque são de algum modo, diferentes. Não importa o que você faça, mas fuja da medianidade, por que são os melhores e os piores que são lembrados, nunca os medianos.

 

Nunca passe despercebido

Muitas chances profissionais surgem de construir uma marca pessoal e simplesmente são desperdiçadas por falta de iniciativa por parte do profissional. Sempre aproveite maneiras de deixar sua marca pessoal por onde passa.

 

Invista na comunicação

Tão importante quanto ter conhecimento de algo é comunicar-se adequadamente. O que é um bom produto sem uma boa comunicação? Idem ao profissional.

 

Faça algo pessoal com a qual possa orgulhar-se

O mercado valoriza pessoas com realizações pessoais, especialmente quando feitas em prol de outras pessoas. Isso trás inúmeros benefícios pessoais, que vão da auto-realização a ajuda prestada a outros.

 

Só se ganha investindo seu tempo em outros

Tenha algo a contribuir para sua rede de contatos. Valem dicas, conhecimento, materiais técnicos dentre outros. Colabore mesmo sem receber nada em troca.

Lembre-se, exige muito investimento para construir uma marca pessoal, invista nisso e  com o tempo colherá os resultados.


10 dicas para administrar seus e-mails

Administrar o fluxo excessivo de e-mails é um desafio para o profissional hoje em dia. Alisto algumas dicas que utilizo no dia a dia e que poderão ajuda-lo a administrar e organizar melhor os seus e-mails:

caixa

  1. Antes de tudo, selecione e apague todos os spams recebidos na caixa de entrada, eles só atrapalharão sua leitura;
  2. Deixem na caixa de entrada somente assuntos pendentes de resposta ou solução;
  3. Assim que responder retire-o da caixa de entrada e arquive-o em pastas e sub-pastas para facilitar a localização futura;
  4. Apague e-mails com anexos pesados e além de tudo que for irrelevante;
  5. Mantenha backup de suas pastas em um local seguro;
  6. Bloqueie e-mails de correntes, PowerPoint e outros no seu e-mail profissional;
  7. Tenha o alvo de manter na caixa de entrada a quantidade de e-mails que pode ser visualizada sem utilizar a barra de rolagem.
  8. Se não poderá responder prontamente, dê um feedback de recebimento informando que fará em breve;
  9. Tome por hábito escrever seus e-mails em até cinco linhas e peça aos outros que façam o mesmo ao escrever-lhe;
  10. Não copie pessoas desnecessariamente outras pessoas e solicite o mesmo a elas.

A vida após o iPad

ipadDezembro foi um marco para infomaníacos brasileiros. Foi o mês do lançamento do iPad no Brasil. Passado quase três meses posso avaliar o efeito que o iPad teve no meu dia a dia.

Nunca me adaptei com a agenda do Outlook e por isso sempre usei uma agenda de papel, pois precisava carrega-la e ter acesso rápido, algo difícil quando se depende de um notebook. Com o iPad joguei fora uma agenda recém comprada e utilizo tudo dentro dele. Com sincronismo fácil com o Google Agenda posso coordenar meus compromissos facilmente, inclusive compartilhar com outros profissionais da empresa.

O uso de material de propaganda faz parte do dia a dia do meu trabalho. Além de caro, o material rapidamente fica desatualizado e perde-se o investimento. Com o iPad simplesmente deixei de usar os folders tradicionais e utilizo tudo nele, inclusive envio imediatamente para o prospectivo cliente após a apresentação. O mesmo ocorre com as pautas e atas de reuniões que digito no momento que estamos reunidos e já envio imediatamente depois de concluída. Coincidência ou não, fechei todas as ultimas propostas em que utilizei o iPad na apresentação.

Ler revistas é uma experiência a parte. Pena que a Editora Abril ainda não disponibilizou todas as revistas no formato digital. De cara cancelei minha assinatura da Veja e Exame, e estou aguardando para cancelar outras cinco. Papel perdeu a graça, pois ler no iPad não é apenas uma leitura, é uma experiência.

Um recurso fantástico já presente no iPhone é o mobile me. Com ele é possível localizar meu iPad no Google Maps e até bloqueá-lo, apaga-lo ou enviar uma mensagem. Bem, penso que o recurso será útil se ele for roubado ou até mesmo em caso de sequestro, por isso mantenho uma senha com uma pessoa de confiança, caso eu venha a desaparecer repentinamente e tenha a sorte dele estar por perto.

A Sky lançou um aplicativo que me permite controlar toda a minha programação de TV a ser exibida ou gravada da minha casa. Assim posso agendar ou cancelar programas, ou simplesmente conferir a programação. Já a CBN disponibiliza todos os podcasts no seu aplicativo, assim não fico mais preso no carro esperando os comentários favoritos e ainda posso acompanhar a programação ao vivo dela e de outras quinhentas rádios que outro aplicativo possui.

Comprar livros é além de mais prático, mais barato pelo iPad. Posso comprar tanto pelo iTunes como pelos aplicativos da FnacBook, Saraiva Digital, Amazon Kindle e outros. Procuro, escolho e compro em minutos, sem perder tempo ou enfrentar trânsito, de modo prático e fácil. Praticidade também é a utilização de redes sociais. Facebook, Linkedin, MSN e outras possuem aplicativos próprios e cheios de funcionalidades. Com o Skype posso falar via chat ou por voz sem custo de ligação, uma maravilha. Agora que teremos um aplicativo com canais de TV brasileira no equipamento ficou completo.

Sobre o ponto de vista de design, funcionalidade e número de aplicativos, o iPad tem uma relação de comparação entre os tablets, na mesma proporção que o iPhone tem com outros celulares, ou seja, ainda não temo como comparar, mesmo com a falta de recursos como câmera e ligações por vídeo. Mas neste quesito tiro o chapéu para Steve Jobs que deixou um novo motivo para comprar a próxima versão a ser lançada.

É claro que o iPad me trouxe alguns problemas, pois nem tudo é perfeito. Meus filhos já dominaram o equipamento, inclusive os jogos que baixei, internet, vídeos e fotos, me obrigando a compartilhar parte do tempo com eles. Já a minha mulher não curte nenhum pouco ele e por razões óbvias de uma mulher já pensa em me largar. Como disse, nem tudo é perfeito com o iPad.

 


A muralha da China em volta de você

muralha_da_china21A muralha da China ou simplesmente a Grande Muralha, como é conhecida, tinha a função essencialmente defensiva no período imperial Chinês. Figurativamente falando, muitos profissionais construíram uma “Grande Muralha” em volta de si mesmos, como forma de se protegerem de aparente riscos profissionais.

Muitas pessoas têm inseguranças que se perduram por anos ou até por uma vida inteira, fazendo com que se percam oportunidades únicas que poderiam dar um significado diferenciado na carreira. Podemos incluir nesse contexto, profissionais que exercem funções completamente divergentes de seus desejos ou que se sujeitam a trabalharem em empresas desalinhadas com seus valores ou sem qualquer perspectiva de evolução profissional, simplesmente pelo medo de correr riscos.

Seria ilógico imaginar que todo profissional deve buscar somente o privilégio de se dedicar somente naquilo que ama, porém não podemos negar que muitos conseguiram adaptar seus gostos ao que fazem, mesmo que isso não seja a sua principal paixão. Por outro lado, deixar de lado as possibilidades de adequar a sua carreira a algo que você realmente aprecie, simplesmente por insegurança, é o que fazem aqueles que construíram uma muralha em volta de si mesmo.

Todos os profissionais, inclusive os bem sucedidos, em algum momento de sua carreira tiveram impasses sobre suas escolhas profissionais e, provavelmente, buscaram aconselhamentos ou coaching de modo a ajudar no direcionamento certo. Mas, o profissional dentro da muralha pensa diferente, ele olha a sua volta e só vê um grande muro que o cerca, e o que era para ser a sua proteção pessoal, na verdade encobre a sua visão das oportunidades.

Conheci um profissional que era um exímio programador de sistemas em uma determinada linguagem de programação. Trabalhou anos em uma empresa que utilizava essa linguagem e assim se protegeu em volta dessa muralha. O mundo girava a sua volta, mas o muro impedia que ele enxergasse a evolução da sua área. E o previsto aconteceu, o sistema foi substituído por outra linguagem, mais tarde por outra e assim se deu, e em pouco tempo esse profissional estava fora do mercado de trabalho. Histórias como essa se repetem a cada dia e continuarão a se repetir, pois o mundo é assim, está repleto de pessoas em volta de suas “grandes muralhas”.

Uma muralha só pode ser derrubada de duas formas: De uma única vez, como que explodindo toda ela ou aos poucos, em que gradativamente o profissional vai abrindo pequenos buracos até se desprender totalmente dela. Particularmente acredito que a segunda opção seja a mais adequada, pois o profissional tem tempo para adaptar-se a um novo mundo que ele não conhecia. A derrubada repentina de uma muralha, na maior parte das vezes é motivada por um acontecimento não previsto pelo profissional, como a perda de um arrimo de família, a falência de uma empresa ou uma demissão inesperada. Nesses casos, ele não tem escolha porque a muralha foi destruída.

Deixar a zona de conforto não é uma tarefa fácil. Requer que o profissional tenha coragem e confiança em si mesmo. Todos nós somos capazes de alcançarmos feitos que não imaginávamos que poderíamos, desde que nos preparemos para isso. A autoconfiança não é uma habilidade que simplesmente surge, mas é alcançada com estudo, dedicação, leitura, ou seja, com o tempo. Isso me faz lembrar quando comecei a jogar basquete há alguns anos. Como eu apresentava deficiência técnica em relação aos meus colegas mais jovens, optei por contratar um personal training de basquete. Uma das lições que desde o início ele me ensinou é que quando fosse atacar pelo lado esquerdo da quadra eu deveria fazer o arremesso de bandeja com a mão esquerda, pois o meu corpo protegeria a bola de um bloqueio de defesa. Para mim aquilo parecia impossível, pois sou destro, mas ele me treinou exaustivamente. Passado muito tempo depois, posso afirmar que aprendi a fazer o arremesso de bandeja com a mão esquerda melhor que com a direita. O que era uma deficiência se tornou uma qualidade.

É comum temos a predisposição de nos julgarmos incapazes de vencer novos desafios e a diferença entre aqueles que vivem dentro de suas muralhas é que esse autojulgamento domina a iniciativa deles e simplesmente não agem. Não estou incentivando que os profissionais sejam inconsequentes, de modo a tomarem decisões que podem trazer dificuldades ou correrem riscos desnecessários. O ponto em destaque é que a aparente segurança pode revelar-se um grande perigo profissional.

Portanto, para e pense um pouco se esse não é o momento para derrubar a “Muralha da China” em volta de você.


5 dicas para ser proativo

Certo dicionário define proatividade como “habilidade de prever uma situação e agir antes de ela acontecer”. Ela é uma palavra que não sai de moda, tanto que está presente nos currículos e no vocabulário da maioria dos entrevistados. Mas, será que a proatividade é uma qualidade tão comum assim no mundo corporativo? A experiência mostra que na verdade as pessoas são muito mais reativas do que proativas.

Diante disso, a pergunta que surge é: Como podem os profissionais tornar-se proativos? De diversas formas, portanto vou destacar algumas dicas importantes:

Estar atento a sua volta

O profissional proativo, conforme a definição acima é um profissional que antecipa-se a situações. Deste modo, um profissional “desligado”, com baixa capacidade de observação não terá condições de identificar situações em que poderá agir.

Ter raciocínio rápido

De modo geral, a diferença de ação entre o proativo e o reativo é de alguns segundos. Por esse motivo, a capacidade de raciocínio apurada será fundamental para diferenciar-se. Uma ação proativa exige que o profissional tome decisões rápidas e acertadas.

Ter ação

De nada adianta o profissional identificar uma oportunidade, raciocinar o que pode fazer e não fazer absolutamente nada, pois a ação faz parte do jogo da proatividade. Por isso, dê atenção a ação como elemento fundamental da proatividade.

Confiar em si mesmo

É preciso acreditar que a sua decisão de agir será oportuna, pois o medo e a insegurança vai comprometer a possibilidade de ação do profissional diante de uma oportunidade. Não podemos simplesmente dizer depois que a oportunidade passou: “eu pensei nisso, mas achei que fosse muito obvio”. Confiança em si mesmo é tudo, por isso acredite em você!

Fazer um mapa mental

O mapa mental será um treinamento antecipado de situações em que poderá agir proativamente. Será uma preparação para ações necessárias que poderão surgir, ou seja, pensar no plano B, C e até o D. A questão que devemos sempre pensar é: Se algo der errado o que farei então?

A proatividade é uma habilidade que pode ser desenvolvida, mas exige esforço e ação por parte do profissional. Como grande parte dos profissionais ainda está bem atrás de uma postura verdadeiramente proativa, se você alcança-la terá um diferencial que somado a tantos outros poderá ajudar grandemente a sua carreira profissional.

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