Marketing Contábil

I Seminário de Contabilidade em Gurupi TO

De 27 a 28 de outubro será realizado o I Seminário de Contabilidade (I Secon) em Tocantins O evento contará com palestras de Wilson Alberto Zappa Hoog e Anderson Hernandes, autores de dezenas de livros nas áreas de Perícia Contábil e Marketing para Empresas Contábeis.

As inscrições estão abertas para estudantes e profissionais ao custo de R$ 30, na coordenação do curso de Ciências Contábeis do Centro Universitário UnirG.

A presidente do Conselho Regional de Contabilidade do Tocantins, Vânia Labres, além de professores do Centro Universitário UnirG, também irão falar aos presentes durante o seminário.

“O profissional contábil exerce uma das carreiras mais complexas no meio empresarial e o mercado tem exigido muito desses profissionais. Esse evento tem o objetivo de expandir os conhecimentos dos profissionais contabilistas”, afirma Rafael Fernandes, acadêmico do 6º período do curso, e um dos organizadores do Seminário.

A expectativa é de que 350 pessoas participem do evento.

Confira abaixo a programação completa.

27/10
- Abertura
Presença da Presidente do CRC-TO Vânia Labres.
Palestra I: O perfil do Profissional de Sucesso
Anderson Hernandes Batista
Palestra II: Empreendedor Individual (palestrante a ser confirmado)

28/10
Palestra I: IFRS – Normatização da Contabilidade Internacional
Wilson A. Zappa Hoog.
Palestra II: Perícia Contábil.
Palestrante: Wilson A. Zappa Hoog

Palestrantes:

- Wilson Alberto Zappa Hoog

Autor de 13 livros, entre eles o Perícia Contábil – Em uma Abordagem Racional Científica e Plano de Contas – Com Ênfase nos Novos Padrões de Contabilidade – IFRS.

- Anderson Hernandes

Formado em contabilidade, marketing e MBA em Gestão de Negócios pela ESPM. Apontado como o maior especialista em Marketing Contábil do Brasil.

Autor dos livros:
- Reflexões de Anderson Hernandes (2010)
- Marketing Contábil – Estratégias de Marketing para Empresas Contábeis (2010)
- O Perfil do Profissional de Sucesso do Mundo Moderno (2004)
- A Vida de um Pai Adotivo – A Adoção de uma criança pelo ponto de vista de um pai (2008)
- Como Tornar uma Empresa Rentável (2005)
- Manual Prático de Sobrevivência da Pequena Empresa (2001)*



Desafios na gestão de empresas de contabilidade

* por Anderson Hernandes

 

Atualmente temos no mais de 75 mil escritórios de contabilidade no Brasil. Com tantas mudanças ocorrendo no mercado contábil nos últimos anos, quais são os principais desafios das empresas de contabilidade da atualidade? Nesse artigo destacarei cinco na qual considero os principais.

Gestão do conhecimento técnico

A gestão do conhecimento técnico contábil não se restringe apenas na sua obtenção, mas incluem a identificação, localização, partilha e disseminação dele dentro de uma empresa de contabilidade. Num segmento em constante evolução, acompanhar e disseminar o conhecimento na organização não é uma tarefa simples. Cabe especialmente à diretoria a responsabilidade pela gestão desse conhecimento, quer pela manutenção de um departamento de recursos humanos, quer por ações propostas por ela própria, caso contrário à empresa contábil estará em risco de não atender as exigências exigidas pelo mercado contábil.

 

Gestão de pessoas

Gerir equipes capazes de atender as exigências e pressão do mercado, mantendo níveis de motivação que garanta comprometimento e diminua a taxa de turnover existentes em grande parte das empresas contábeis é outro desafio para elas. Deste modo, é altamente recomendável que todo escritório de médio e grande porte, tenha um departamento de recursos humanos para atender a esses requisitos necessários. Já os pequenos escritórios que carecem de estrutura que permita a existência desse departamento, poderão qualificar seus diretores em habilidades de gestão de pessoas, de modo a atender as necessidades de seus colaboradores.

 

Gestão de clientes

A gestão do relacionamento com o cliente nunca foi tão importante e ao mesmo tempo tão complexa nas organizações contábeis. Se elas estão enfrentando dificuldades em acompanhar o avanço do mercado contábil como um todo, para os seus clientes será ainda maior, tornando o relacionamento difícil. Ainda assim o cliente tornou-se mais exigente nas relações com a empresa contábil, mesmo que a maior parte deles não dê contrapartida financeira por tal exigência. Diante disso, lidar com esses e outros fatores é outro desafio onde à aplicação de estratégias de marketing contábil é fundamental para auxiliar a entender o comportamento do cliente, portanto invista nesse conhecimento se busca aprimorar a gestão do seu relacionamento.

 

Gestão de riscos

Se por um lado estamos num momento de muitas oportunidades as empresas contábeis, por outro nunca tivemos tanto risco ao profissional e empresa de contabilidade. Ao analisar todas as obrigações acessórias e particularidades relacionadas com as informações prestadas pela empresa contábil aos seus stakeholders, é fundamental que ela tenha um mapeamento claro e ampla gestão dos riscos envolvidos. Com isso, controlar, documentar, treinar equipes e gerir processos deve fazer parte da rotina da empresa contábil.

 

Gestão de rentabilidade

Nenhuma empresa garante a sua permanência no mercado sem garantir a sua rentabilidade e isso não é diferente para uma empresa contábil. Ainda que essa afirmação possa parecer óbvia para um profissional contábil, a realidade mostra que muitos escritórios descuidam de sua gestão financeira e de custo, colocando-se em risco a sua sobrevivência. Administrar adequadamente seus custos, cobrar honorários adequados, prever investimentos necessários, evitar endividamentos desnecessários e provisionar recursos emergenciais são apenas parte das ações necessárias para uma boa gestão de empresa contábil. Portanto, nunca esqueça que nada pode substituir o lucro da sua empresa.

Enfrentar os desafios na gestão de empresas de contabilidade faz parte da função da diretoria e é imprescindível para aproveitar o melhor momento que o mercado contábil desfruta dos últimos anos, onde só as empresas capacitadas e preparadas poderão alcançar os benefícios.

 * Anderson Hernandes é empresário contábil, palestrante e escritor especializado em mercado contábil. www.andersonhernandes.com.br

O artigo pode ser reproduzido desde que mencionado a fonte.


Material da Palestra CEAP

Segue material da palestra no CEAP em Macapá – AP

Palestra CEAP – AP


Cuidados ao abrir um escritório de contabilidade

* Anderson Hernandes

 

Com o mercado contábil aquecido, a valorização do profissional de contabilidade está em alta. Baseado nesse cenário, quais os cuidados ao abrir um escritório de contabilidade? Nesse artigo vou explanar alguns deles.

A profissão contábil sofreu mudanças que a tornaram hoje muito diferente do que dez anos atrás. Mesmo para profissionais que pretendem abrir um escritório de contabilidade para atender micro ou pequenas empresas, o perfil do contabilista adequado também mudou significativamente.

Falando especificamente de novos escritórios posicionados no mercado de micros e pequenas empresas, destaco o atual cenário desses empresários: aumento da responsabilidade técnica face às novas obrigações acessórias, nível de qualificação profissional exigido mais elevado, dificuldades de adotar a escrita contábil regular nos termos da legislação aplicável e problemas em adequar os clientes para atenderem critérios de controles financeiros necessários para suporte aos serviços contábeis. Tudo isso confronta diretamente com outra realidade: honorários relativamente baixos.

Como um novo escritório vai concorrer diretamente com um mercado já atendido por profissionais e empresas de contabilidade já atuantes há anos, existe o pressuposto que para formar uma carteira de clientes seja necessário adotarem uma estratégia de preço mais baixo do que o praticado pelo mercado. Além das questões éticas envolvidas, essa estratégia é arriscada, pois formar uma carteira de clientes que buscam preço e não diferenciais não é duradoura. No momento que a empresa contábil decidir readequar os honorários a realidade de mercado a maior parte desses clientes vão migrar para novos entrantes com estratégia semelhante.

Se todas as empresas contábeis exigissem de seus clientes o cumprimento da obrigatoriedade legal de adoção da escrituração contábil, com plena certeza haveria uma valorização profissional acentuada para todos e seriam necessários muitos mais profissionais para atender essa demanda. No entanto, isso não é o que pensam alguns profissionais e isso tem impactado num número elevado de empresas que encaram o contabilista como agente do fisco, cuidando apenas de aspectos tributários e fiscais e não como um profissional atuante na contabilidade. Aliás, se perguntarmos a essas empresas que não escrituram os livros contábeis obrigatórios, a maior parte dirá que tem serviços de contabilidade, quando na verdade desconhecem o que é na verdade a contabilidade.

Os profissionais entrantes nesse mercado tem que ter plena consciência de um fator importante: quer o cliente pague pouco ou muito pelos serviços ele vai cobrar por qualquer erro cometido pelo profissional ou por seus prepostos. Por isso, leve em conta o risco envolvido na hora de determinar o preço dos serviços. Nesse respeito o profissional poderia perguntar-se: Os honorários são compatíveis com os valores das multas por erros ou atrasos nas obrigações acessórias? Estou prevendo a necessidade de investir em melhorias contínuas em minha estrutura, consultoria de apoio técnico e qualificação permanente minha e da equipe?

Outro erro comum é o de atender todo o tipo de serviço ou cliente. Com isso forma-se uma carteira de clientes desalinhados ou pouco rentáveis para a empresa contábil. O profissional contábil precisa saber dizer não para serviços dessa natureza. Buscar uma especialização dos serviços aumenta o foco, o que diminui o mercado-comprador, mas também diminui a concorrência, podendo ser uma alternativa atraente para novas empresas contábeis.

Diante de tantos desafios para os novos profissionais da contabilidade, deixo um último conselho: cuidado em atuar sozinho no mercado. Ninguém é bom em tudo, o máximo que alguém sem foco de especialização consegue é tornar-se mediano, o que é um perigo profissional. Compor uma sociedade com alguns profissionais poderá permitir ter uma estrutura mínima necessária, troca de experiências, divisão de responsabilidades e foco na qualificação dos sócios, permitindo maior segurança na prestação de serviços.

Diante da importância desse assunto não posso dar por esgotado os conselhos pertinentes a ele, sendo que em breve publicarei novos artigos complementares.

 

* Anderson Hernandes é empresário contábil, palestrante e escritor especializado em mercado contábil. www.andersonhernandes.com.br


Sites de Contabilidade

Pesquisei mais de mil sites de contabilidade e sabe o que descobri?

96% tinha uma página de links

Comentário: Para que o seu cliente quer visitar um site para acessar links da Receita, Sefaz, etc???


8% estava fora do ar

Comentário: Precisa falar algo???


14% tinham fotos da cidade

Comentário: O objetivo é vender seus serviços ou divulgar a cidade???


1% levou mais de 2 minutos para carregar (página em flash)

Comentário – Você esperaria tanto tempo?

 

Site contábil pode trazer resultados para sua empresa desde que seja elaborado adequadamente ao seu mercado.

 


 


Estratégia para Escritório de Contabilidade

Esse vídeo de quatro minutos dá algumas dicas para empresas de contabilidade formarem estratégias de mercado alvo, definindo perfil de clientes e outros fatores importantes.

 


15 dicas para seu site de contabilidade

* Anderson Hernandes

 

Quanto mais tempo dedico analisando sites de empresas contábeis, estou mais convicto de uma realidade: A maior parte dos sites de contabilidade não proporcionará nenhum resultado na prospecção de clientes para a empresa contábil. O que é ainda pior nesse respeito é que a maior parte desses sites foram desenvolvidos por empresas que se auto intitulam especializadas em sites para o mercado contábil.

Indo direto ao ponto, vou deixar 15 dicas para sites de contabilidade:

  1. Esqueça efeitos em flash.
  2. Por favor, não coloque música no site.
  3. Fotos da cidade não tem o menor sentido, você busca institucionalizar a sua empresa ou a sua cidade?
  4.  Apague imediatamente a sua página de links.
  5. Hospede os artigos do site no próprio domínio e não apenas um link para outro site.
  6. Tenha sempre conteúdo (vídeos, artigos, podcasting) novo e relevante para seu público alvo.
  7. Utilize o Google Analytics para monitorar os acessos ao site.
  8.  Aprenda a investir corretamente no Adwords, a maioria está jogando dinheiro fora.
  9. Certifique-se que o site atendam as estratégias de SEO (Search Engine Optimization).
  10. Se você não entendeu as dicas 7, 8 e 9 comece a chorar.
  11. Esteja nas redes sociais, especialmente Twitter, Facebook e Linkedin.
  12. Apague a página de missão e visão, afinal ninguém está interessado nisso.
  13. Cuidado com página de formulários ou você conhece alguém que gosta de preencher?
  14. Tenha um site simples sem ser simplório.
  15. Leia meu livro de Marketing Contábil ele poderá ajudar a sua empresa contábil a vender seus serviços.


* Anderson Hernandes é empresário contábil, escritor, palestrante de diversas entidades de classe contábeis, incluindo CFC e CRC com excelente índice de aprovação e especialista mercado contábil. Autor de cinco livros dentre eles Marketing Contábil – Estratégias de Marketing para Empresas Contábeis www.andersonhernandes.com.br e Twitter: @anderson_her


Como a segmentação do mercado contábil afeta a sua empresa?

* Anderson Hernandes

 

O mercado contábil sempre foi característico pela sua amplitude de opções de atuação e nos últimos anos isso se tornou ainda mais amplo. São tantas as possibilidades de atuação para uma empresa contábil, que se não houver segmentação de mercado, dificilmente ela será bem sucedida. Existem diferentes formas de estratificar o mercado, o que impede esgotar o assunto em único artigo, porém considero a segmentação por porte da empresa-cliente como o principio de qualquer estratégia neste respeito.

Baseado na classificação das empresas pelo seu porte, nesse artigo descreverei cada uma delas pela na receita operacional bruta anual como segue.

 

Microempresas – Receita de até 2,4 milhões de reais

Mercado formado principalmente por empresas do Simples Nacional, com número de funcionários pequeno ou inexistente. Em geral o atendimento é prestado diretamente para o proprietário da empresa e o enfoque de atendimento está na área fiscal. Dificilmente a empresa utilizará relatórios contábeis para gerenciamento, sendo que eles atenderão especialmente o fisco. Nesse mercado valoriza-se mais o preço como diferencial e o contabilista não é visto como um profissional influente na estratégia da empresa. O segmento é característico de baixa fidelização de clientes e alto índice de inadimplência.

 

Pequenas Empresas – Receita de 2,4 a 16 milhões de reais

A limitação do faturamento impede que essas empresas se enquadrem como Simples Nacional e, portanto, a maior parte delas se enquadrará no regime de Lucro Presumido. Normalmente são empresas mais estruturadas e muitas dessas empresas já utilizam um sistema ERP modesto. Apesar de a atuação do contabilista ser mais relevante que nas microempresas, ainda não é expressiva. Os relatórios contábeis gerenciais são mais valorizados, mas a periodicidade dos balancetes normalmente se restringe a elaboração trimestral ou semestral. Com a futura obrigatoriedade do Sped Contábil para essas empresas, haverá uma valorização maior dos serviços contábeis. Nesse mercado as empresas buscam alternativas de redução tributária, mas o seu porte não permite tantas possibilidades de planejamento tributário.

 

Médias Empresas – Receita de 16 a 90 milhões de reais

Aqui temos um grupo de empresas, formada na sua maioria por indústrias ou atacadistas, o que permite maiores possibilidades de atuação por parte da empresa contábil. Domínio da tributação do lucro real e consequentemente contabilidade tributária é obrigatório para atuar nesse mercado. A contabilidade de custos e relatórios gerenciais também são exigências para aqueles que buscam prestar um assessoramento adequado a esses clientes. Apesar de encontrarmos a contabilidade internada em muitas dessas empresas, especialmente as industriais, há uma busca acentuada pelo outsourcing com alocação de profissionais no cliente, com objetivo primário de alcançar eficácia operacional, amplitude de conhecimento e responsabilidade técnica oferecida por empresas contábeis especializadas. Para atender esse mercado é imprescindível que a empresa contábil tenha estrutura e profissionais qualificados, o que torna seus custos maiores do que os segmentos descritos anteriormente, portanto é um mercado restrito a empresas contábeis de médio porte. Para as empresas que migraram do atendimento aos dois mercados anteriores o processo de adequação não é tão simples de alcançar.

 

Média-grande empresa – Receita de 90 a 300 milhões de reais

Nesse segmento a atuação é muito restrita e quando terceirizada, está nas mãos de grandes empresas de outsourcing. Muitas vezes, a empresa terceirizada atua em conjunto com funcionários da própria empresa. No âmbito de sistemas, essas empresas utilizam normalmente ERPs de presença internacional, exigindo que os profissionais terceirizados tenham conhecimento na utilização destes e as empresas contábeis normalmente utilizam sistemas auxiliares para atendimento as obrigações acessórias. Além disso, a complexidade das movimentações contábeis e fiscais é maior, envolvendo participações em diversas empresas, algumas estrangeiras onde um erro interpretativo de lançamento pode gerar grandes prejuízos tributários. As grandes empresas de outsourcing contábil possuem estrutura e equipe ampla para atendimento as diversas especializações contábeis necessárias, o que inclui o IFRS, e por isso detém a maior parte desse mercado.

 

Grandes empresas – Receita acima de 300 milhões de reais

Nesse caso temos um mercado altamente restrito, que reúne grandes equipes de profissionais para atender a todas as necessidades fiscais e contábeis dessas empresas. Assim como o mercado anterior, poucas empresas de outsourcing contábil estão capacitadas para atender as necessidades dessas empresas. Nesse mercado, a maior parte das empresas possuem equipes internadas de profissionais em áreas correlatas a área contábil, atuando em conjunto com os profissionais alocados, quando existirem. Somente um departamento contábil e fiscal de uma empresa de grande porte envolve um número de profissionais maior que a maior parte das empresas contábeis espalhadas pelo Brasil. Num mercado onde um erro pode representar custos altíssimos, apenas um número limitado de empresas contábeis se aventuram a atenderem esse mercado.

Nesse artigo destaquei apenas uma das possíveis estratégias de segmentação para atendimento ao mercado de serviços contábeis. Cabe ressaltar que uma empresa contábil dificilmente será bem sucedida atuando em dois segmentos diferentes, visto que as necessidades entre as empresas são completamente distintas em conformidade com o porte dela. Quanto maior o porte, maior a capacidade de atendimento e estrutura necessária, assim como maior o faturamento concentrado por cliente. Empresas maiores exigem um grau de personalização diferenciada, profissionais mais qualificados e preparados para atender os complexos procedimentos contábeis, fiscais e tributários.  Para empresas que atendem as microempresas, oferecer um alto grau de personalização pode aumentar a fidelidade, mas dificilmente os clientes estarão dispostos a arcar com os custos adicionais relacionados com essa estratégia.

A escolha de um mercado alvo para uma empresa contábil não é uma decisão simples, mas tem um grau de importância fundamental para o sucesso dela. Deste modo, avaliar adequadamente as oportunidades e desafios de cada mercado, estabelecendo estratégias de marketing contábil acertadas é um dos principais desafios na gestão para empresas contábeis da atualidade.

 

* Anderson Hernandes é empresário contábil, escritor, palestrante de diversas entidades de classe contábeis, incluindo CFC e CRC com excelente índice de aprovação e especialista mercado contábil. Autor de cinco livros dentre eles Marketing Contábil – Estratégias de Marketing para Empresas Contábeis www.andersonhernandes.com.br e Twitter: @anderson_her


Como abrir um escritório de contabilidade – Indicação de Livros

Recebo quase que diariamente questionamentos dos meus leitores interessados em abrir um escritório de contabilidade sobre que livros contêm informações oportunas para esses profissionais. Neste breve artigo dou a indicação de alguns livros importantes para os interessados em tornar-se empresários da contabilidade.

 

Marketing Contábil – Estratégias de Marketing para Empresas Contábeis – Anderson Hernandes

Não poderia deixar de falar do livro de minha autoria que é um sucesso no Brasil todo e poderá ser adquirido na versão e-book diretamente no meu site.

Nesse livro detalho várias estratégias de marketing que dão resultados para a empresa contábil e mostro como estabelecer relações que darão resultados com seus clientes. Não deixe de ler.

 

Gestão De Empresas Contábeis – Pedro Ernesto Fabri, Sandra Figueiredo

O livro explica detalhes sobre como gerir uma empresa de contabilidade de modo a gerar resultados para os clientes e para a empresa contábil.

 

Empresas de Serviços Contábeis – Estrutura e Funcionamento – Irineu Thomé

O livro trás uma explanação abrangente sobre os serviços prestados por empresas de contabilidade e a estrutura necessária para atendimento das diversas necessidades do mercado.

 

Manual do Contabilista – José Carlos Fortes

Com explanação prática da profissão contábil o livro detalha a atuação do contabilista e diversos aspectos relevantes sobre a responsabilidade profissional, serviços prestados, ética  e outros assuntos. Uma recomendável leitura para todos os profissionais contábeis.

 

Administração da Empresa Contábil – Gerência e Operações – José Antonio Rosa e Honório T. Futida

O livro dá dicas sobre como gerenciar um escritório de contabilidade, dando uma explanação importante da função empresarial do profissional contábil.


A sua empresa é um escritório contábil ou uma empresa de contabilidade?

A sua empresa é um escritório contábil ou uma empresa de contabilidade?

 

Nessa semana, examinando as fichas da DIPJ de 2011/2010 tive a plena certeza do que já sabia: Os pequenos escritórios contábeis não sobreviverão a todas as exigências impostas aos profissionais da contabilidade atualmente.

Lembro-me de quando preenchíamos a DIPJ com uma maquina de datilografia, onde todas as informações se resumiam em apenas duas folhas. Hoje uma DIPJ, dependendo da empresa, pode ter até 1900 linhas de informações a serem preenchidas para o fisco. Se não acredita, pode parar e contar, pois fiz questão de fazer isso.

O que isso representa para a classe de contabilistas? No meu entendimento, significa que a maior parte dos pequenos escritórios contábeis não está preparada para preencher uma DIPJ com até 1900 linhas, e se tiver, não recebe de seus clientes o equivalente ao trabalho e a responsabilidade que isso representa.

Pequenos escritórios contábeis são normalmente formados por poucos profissionais, muitas vezes com formação generalista nas diversas áreas que o mercado contábil/fiscal/trabalhista abrange. Hoje, para atender adequadamente as exigências impostas ao preenchimento de uma DIPJ de Lucro Real e Presumido, é necessário um avançado grau de especialização na área tributária.

Mas, os problemas dos contabilistas não se restringem somente a isso. Há o que se falar sobre o Sped e o Fcont, que serão cruzados diretamente com as informações constantes na DIPJ, que por sua vez será cruzada com as informações da DCTF, DACON e DIRF, não só da empresa em questão, mas com das empresas que ela manteve relacionamento empresarial.

E qual é o trabalho que a RFB tem para fazer tudo isso? Nenhum! Tudo é feito automaticamente por seus supercomputadores, com as informações que os contabilistas alimentaram nas muitas obrigações acessórias entregues dos seus clientes.

Diante de tudo isso, você acredita que um pequeno escritório de contabilidade irá sobreviver a todo esse cenário? Pessoalmente não acredito, mas penso que um pequeno escritório de contabilidade tem duas alternativas: Ou se transforma em uma empresa de contabilidade ou se posiciona no mercado para atender empresas do Simples Nacional, que apesar de não serem tão simples como o nome sugere, não é nem de perto tão complexo como empresas enquadradas no regime do Lucro Presumido e Real.

A reflexão final que deixo é: A sua empresa é um escritório contábil ou uma empresa de contabilidade?


Contabilidade X Empresa – As frases que explicam essa relação

Contabilidade X Empresa – As frases que explicam essa relação


Quando uma cliente não paga por um serviço contábil isso é normal para ele, mas se você entregar um imposto atrasado à responsabilidade é sempre da sua empresa.

Quando um cliente não responde seu e-mail é um direito dele, quando você não responde é um descaso para com ele.

Se o cliente te passar uma informação errada ou incompleta é apenas um equivoco da parte dele, se a sua empresa fizer o mesmo será responsável por prejuízos causados.

Se o funcionário do seu cliente não gostar da sua empresa, seu contrato corre risco de ser cancelado, já se o seu funcionário não atender as expectativas do seu cliente com certeza será.

O cliente sempre te enviou o documento e nunca precisará provar que não enviou, mas você sempre terá de provar que ele recebeu os seus envios.

Se você não orienta um cliente a sua empresa não é proativa, se orienta demais ela é burocrática.

Se surge uma nova obrigação acessória o ônus para atendê-la sempre será da empresa contábil.

Ho passado, o fisco, a empresa contábil e o cliente tinham de fazer cada um o seu trabalho. Hoje, a empresa contábil faz o trabalho dos três.

É fato que duas coisas sempre seus clientes reclamarão de pagar: impostos e honorários contábeis.

Você pode avisar quantas vezes for necessário que ainda assim o cliente tentará convencer a todos que nunca foi avisado.

Se alguém precisa se adaptar a um processo de serviços, sempre será a empresa contábil, pois o cliente sempre entende que nunca precisa se adaptar a nada.

Se algo der errado a culpa sempre vai recair primeiro sobre a empresa contábil. Pense nisso!!!

 

Saiba mais, adquira o livro Marketing Contábil [AQUI]

]slides


Entrevista de Marketing Contábil (Vídeo)

Estou disponibilizando os links da entrevista de marketing contábil concedida no CRC-SP.

Na entrevista foram abordados pontos tais como lidar com o cliente contábil, estratégias de marketing, site de empresas contábeis, vendendo os serviços contábeis dentre outros.

Segue:


Marketing Contábil (parte 1)


Marketing Contábil (parte 2)


Markting Contábil (parte final)


Conceitos de marketing aplicado ao mercado contábil

Hoje vou explanar alguns conceitos de marketing aplicados ao Marketing Contábil. Defino o marketing contábil como o conjunto de estratégias, planejamento e atividades visando à promoção, venda e o atendimento de necessidades e desejos de consumidores dos serviços prestados por empresas e profissionais da contabilidade.

Adequei alguns conceitos de marketing para o mercado contábil para ajudar meus leitores a compreender a aplica-los no dia a dia da prestação de serviços contábeis.

Mercado-Alvo

É o mercado principal na qual seus serviços, estrutura e estratégia de negócios estão direcionados. Não ter um público-alvo definido trará alguns problemas para a empresa contábil, tais como a perda de investimentos em comunicação, atração de clientes pouco rentáveis, dentre outros problemas.

 

Produtos

Erroneamente muitos profissionais da contabilidade não acreditam que serviços podem torna-se produtos. Mas é perfeitamente possível transformar os principais serviços contábeis em produtos e assim estabelecer estratégias específicas ao público alvo.

 

Propect

São empresas ou pessoas potenciais para a sua empresa contábil. Os prospects possuem condições e interesse real na contratação dos seus serviços contábeis.

 

Core Business

É o negócio principal do seu cliente. Atualmente está em alta o conceito de core business, onde as empresas estão focadas no seu negócio principal e terceirizam as demais atividades não principais, incluindo os serviços contábeis, fiscais, trabalhistas, dentre outros.

 

Mix Marketing

Conjunto de estratégias de marketing contábil composto dos 4 Ps do marketing que incluem :

Produto oferecido ao mercado, Preço praticado, Praça ou local de atuação e Promoção ou comunicação visando a venda dos serviços contábeis. As estratégias de marketing envolvem um o mais componentes do mix marketing

 

Diferenciação

Conjunto de vantagens competitivas que permite a empresa diferenciar seus serviços contábeis dos serviços prestados pelo mercado concorrente. Existem diversas estratégias para diferenciar-se no mercado, sendo que algumas podem ser facilmente copiadas, enquanto outras não.

 

Comportamento do consumidor

Características comportamentais das empresas ou pessoas adquirentes dos serviços contábeis. Compreender como pensa o cliente contábil é fundamental para elaboração de estratégias de marketing contábil.

 

Segmentação de mercado

A segmentação é a divisão do mercado contábil em grupos com o objetivo de estabelecer ações específicas de marketing.

 

Esses são apenas alguns dos conceitos de marketing contábil. Para saber mais sobre como estabelecer estratégias de marketing contábil leia dicas no meu livro: Marketing Contábil – Estratégias de Marketing para Empresas de Contabilidade.

 

* Anderson Hernandes é diretor comercial da Tactus Outsourcing e Consultoria, escritor, palestrante e especialista em marketing contábil. www.andersonhernandes.com.br


Cinco erros de empresários contábeis

Recebo muitas solicitações de dicas para empresas e escritórios contábeis. Nesse artigo vou mencionar brevemente cinco erros cometidos por muitas empresas de contabilidade:

 

Não ter foco na prospecção de clientes

Muitos dos clientes que tem problemas com a sua empresa contábil, ocorrem porque eles não são seu público alvo. Aceitar todo tipo de cliente é um erro comum, cometido especialmente por aqueles que estão iniciando no mercado contábil.

 

Deixar de oferecer serviços adequados ao público alvo

Todo o seu rol de serviços deve ser adaptado ao seu público alvo. Oferecer serviços não aplicáveis ou deixar de oferecer os serviços que eles necessitam e desejam é um erro comum.

 

Oferecer benefícios sem custo

Nunca dê nada de graça para um cliente. Se tiver de dar algum benefício, utilize como moeda de troca num processo de negociação.

 

Aceitar atraso no recebimento de honorários

Tenha uma política clara de não tolerar atraso nos recebimentos de honorários. A experiência mostra que empresas que não pagam os serviços por dois ou mais meses seguidos sempre atrasarão os pagamentos futuros dos seus serviços.

 

Fazer tudo o que o cliente quer

Você se imagina indo ao médico e dizer a ele qual é o medicamento e o tratamento que deve fazer? Pois bem, fazer tudo o que o cliente quer é um erro muito perigoso.

Saiba mais lendo meu livro Marketing Contábil


Reportagem de Marketing Contábil – 30.03.2011

Novo perfil da Contabilidade deve ser incentivo para que empresas passem a investir em divulgação e relacionamento com clientes

* por Luciane Costa

Quando o assunto é conquistar novos clientes, não foram muitas as mudanças ocorridas na Contabilidade desde que Barcelides Moresco abriu seu escritório, há quase 50 anos. Na área mantém-se a tradição e a indicação, motivados pela confiança nos profissionais e suas empresas. Moresco possui hoje cerca de 120 clientes, o que atribui à sua experiência em vendas no início da carreira e à sua participação em entidades de classe – atualmente ele faz parte da diretoria do Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas do Estado do Rio Grande do Sul (Sescon-RS).

“Além de estar atualizado com a legislação e as novas regras, é preciso ter empatia para conseguir e manter clientes. No meu caso, por exemplo, muitos deles partiram de contatos a partir do time de futebol em que jogo com os amigos”, explica.

Iniciativas formais relacionadas à área de marketing, entretanto, não existem. O site da empresa é utilizado somente para posicionamento institucional com aqueles que são clientes, sem disponibilizar informações adicionais sobre a área. Quanto à divulgação, se investiu até mesmo em um outdoor. “Mas esta ação não apresentou resultado, pois não conquistamos nenhuma nova conta a partir dela. Apenas tivemos retorno daqueles que eram nossos clientes e diziam ter me visto”, conta Moresco.

Com o novo perfil assumido pela Contabilidade nos últimos anos, porém, este quadro deve mudar. Novas regras e direcionamentos dão ao contador um papel mais estratégico, no qual se mostrar além dos limites de sua empresa se tornará cada vez mais necessário para o sucesso.

De acordo com Andréia Fernandes, publicitária da Looz Comunicação e professora da Faculdade São Francisco de Assis (Unifin), a Contabilidade está pronta para uma mudança neste sentido. “As empresas precisam aprender a aproveitar este momento de renovação do segmento para implantar ferramentas que podem trazer grandes resultados. Agora é o momento de esses profissionais buscarem atualização e modernização para seus negócios”, afirma.

Do site ao cafezinho

Pode uma xícara de café ser responsável por um novo cliente? Anderson Hernandes, diretor da Tactus, garante que sim. “Quando tenho reunião com algum empresário deixo tudo previamente combinado, inclusive o horário em que deve ser servido o café e a forma como isso deve ser feito. Já conquistamos clientes pela impressão causada por uma xícara de prata, por exemplo”, conta.

Hernandes é contador, mas para sua pós-graduação investiu em áreas pouco valorizadas pelos contadores: Marketing e Gestão de Negócios. “A formação adicional dos profissionais da minha área é sempre voltada para campos como Tributos, Auditoria e Finanças. Decidi seguir um caminho diferente porque percebi que precisava ser muito mais empresário do que contador para meu escritório ter sucesso”, afirma.

A empresa que era pequena hoje tem mais de 60 funcionários. Hernandes atribui o sucesso justamente à sua formação e defende que estratégias de Marketing deveriam ser mais difundidas entre seus colegas. Devido a isso, ele é palestrante sobre o tema. Desta forma, ele ensina aos contadores dicas como investir nos detalhes, inclusive na xícara de café. “Quando trabalhamos com Marketing, apostamos no que chamamos de momentos de verdade com o cliente, que são os pontos de interação deles com a nossa marca”, diz Hernandes, que é autor do livro Marketing Contábil. Segundo ele, é preciso atentar para pequenos detalhes que a maioria ignora, como comportamento, cores do escritório, roupas e até a forma como se escreve um e-mail.

O contador recomenda que as empresas do segmento não acreditem apenas na indicação como forma de captação de clientes, o que pode se tornar um perigoso círculo vicioso. “A maior aposta hoje deve ser a internet, grande parte dos contadores não fazem nada desse gênero e muitas possuem um site que sequer alimentam ou monitoram. O mercado contábil passa pela melhor fase dos últimos tempos e devemos aproveitar suas oportunidades”, defende.

Entre as principais dicas para obter resultados investindo em Marketing, Hernandes cita investimento em soluções diferenciadas, adequação da comunicação ao público-alvo, segmentação de mercado e atendimento por nicho, proposta de novos modelos de trabalho aos clientes e foco em tornar-se referencial na área, com presença em eventos e disponibilização de artigos em meios de comunicação.

“Existe um longo caminho a ser trilhado pelas empresas contábeis quando falamos em Marketing. A estratégia das indicações não está errada, mas ela não pode mais ser o foco principal dos contadores”, acredita. Para ele, aqueles que investirem na criação de um departamento voltado para essas ações terão excelentes resultados em captação, retenção e satisfação de seus clientes. “No entanto, os profissionais que não perceberem as possibilidades e não se prepararem ficarão ameaçados”, ressalta.

Bons resultados vêm da internet

Em uma área na qual a tradição e indicação sempre garantiram clientes e oportunidades de negócio, apostar em novas ferramentas para divulgação muitas vezes é visto como uma ousadia. Hoje ainda são poucas as empresas que investem neste sentido, mas aquelas que o fazem, entretanto, têm colhido bons resultados.

Criada em 2009, a D&A Contabilidade utiliza redes sociais (Twitter e Facebook), site e canais de busca para prospectar clientes. Alexandre Rodrigues Flores, diretor financeiro da empresa, garante que não há motivos para deixar de aplicar neste tipo de ações. “A maioria de nossos clientes nos contrataram após acessarem o site. Temos uma média superior a 5 mil visitas por mês e disponibilizamos várias informações em nosso site, entre elas notícias do setor e a tabela dos honorários”, explica.

O alto retorno inclusive motivou a D&A Contabilidade a contratar uma agência especializada para administrar suas contas nas redes sociais. Aos poucos, a empresa demonstra que os escritórios de Contabilidade podem assumir um novo modelo de negócio, no qual novas metodologias são responsáveis por fortalecer a marca da empresa e garantir o bom relacionamento com o público-alvo. Flores conta, por exemplo, que além das visitas periódicas aos clientes, estratégia que é consolidada na profissão, o escritório faz pesquisas periódicas com eles utilizando ferramentas online e realiza atendimentos por canais de bate-papo.

Grandes apostam na credibilidade

Se para as pequenas empresas ainda é difícil identificar os pontos a serem trabalhados como estratégias de Marketing, para as grandes o posicionamento da marca é prioridade. Segundo a diretora de comunicação e gestão da marca da Ernst & Young Terco, Mitzy Kupermann, o principal para quem trabalha no setor é comunicar credibilidade. “Este é o principal valor, que deve estar associado à qualidade de serviços, à capacidade de entender o ambiente de negócio e ao investimento em educação continuada dos colaboradores”, defende.

Acreditando nisso, a empresa tem como principal forma de posicionamento externo o fornecimento de conteúdo. A Ernst & Young Terco faz estudos e pesquisas com o objetivo de antecipar tendências e perspectivas da economia para diversos segmentos da indústria. “Compartilhamos conhecimentos com o propósito de que exista um ambiente econômico com mais transparência, menos riscos e com relações mais saudáveis entre empresas e mercado”, defende Mitzy.

Este posicionamento é favorável inclusive para reforçar a Contabilidade como marca, segundo Mitzy, uma vez que dá a ela um foco diferente de atuação. Desta forma, a Contabilidade ganha status estratégico, atuando como conselheira para os negócios.

E quando se fala em Marketing, não se fala apenas em propaganda. Para a publicitária Andréia Fernandes, as iniciativas que podem render maiores resultados na área contábil são principalmente segmentação de mercado e especialização do serviço e de atendimento para atendimento a um público específico. “É importante saber se posicionar como profissional com boas parcerias e com estratégias para a internet, que deve ser um novo nicho na área. Os contadores podem, por exemplo, manter redes sociais nas quais disponibilizem as novidades do setor de forma segmentada”, recomenda.

* Notícia da edição impressa de 30/03/2011 do Jornal do Comercio – Porto Alegre – RS


Copyright © 1996-2010 . All rights reserved.
Anderson por andersonhernandes.com.br